“Ela era a pessoa mais indomável do mundo. Típica garota livre. Saía de casa na sexta a noite e só voltava segunda de manhã, com ressaca e normalmente sem lembrar do que aconteceu no fim de semana. Ia poucas vezes a escola, mas tinha uma facilidade enorme em tirar boas notas. Inteligente, não precisava de esforços pra passar de ano. Não trocava sua garrafa de vodka por ninguém, porque, pra ela, beber valia muito mais a pena, não a causava decepções, pelo menos. Ficar em casa? Nem doente, as festas eram a solução pra todos os problemas. Não comia, não se cuidava. Só precisava de quem a cuidasse, mas ela não sabia disso. Aliás, ela achava que não precisava de ninguém, apenas dela mesma. Ela não gostava de se apegar a ninguém, e pra falar a verdade, mesmo sendo o protótipo de garota rebelde, ela não ficava com todos os caras por ai. Ele era um cara comum. Não precisava de muito pra ser feliz, o simples pra ele já bastava. Não era muito crente no amor, decepções o fizeram assim. Pra ele, as garotas diziam pra Deus e o mundo que queriam o príncipe encantado, mas no fundo, preferiam os bad boys. Ele não era o garoto perfeito, modelo de namorado, mas tinha tudo pra fazer uma garota feliz, e muito! Mas nunca souberam valorizá-lo. Ele não saía muito, mas bebia bastante. Suas companhias bebiam mais ainda e ele achava aquilo tudo muito legal, até perder muitos desses amigos por overdose. Isso o fez parar, era mais como um trauma. Prometeu a si mesmo que nunca iria beber de novo, digo, beber sem limites. E que nunca ia deixar alguém que ama beber tanto assim. Era o exemplo perfeito de garoto protetor. Tinha muito problemas familiares, mas não transparecia isso. Achava desnecessário preocupar as pessoas, quer dizer, encher o saco delas com coisas que elas não queriam saber. Guardava tudo pra si. Ficava com uma garotinha idiota ou outra, mas era só pra curar a carência, ele sentia falta de ser de alguém, de ter alguém. Ela e ele. Meio diferentes, mas com algo que combinava: Ela precisava de cuidado e ele precisava cuidar. Se conheceram na internet. Ela não acreditava naquilo, era longe demais pra terem algo. Ele também não acreditava, mas depois de se conhecerem, namorar à distância virou uma alternativa, desde que fosse com ela e vice-versa. Eles conversaram por alguns dias, e quando caíram em si, era amor. Não como esperavam, mas era. Ela não acreditava naquilo, não queria se entregar, mas aconteceu, sem aviso prévio. Ele não esperava aquilo, não esperava que o amor fosse surgir pra ele assim, mas surgiu e, ele estava feliz por ter acontecido. Ela fez tudo o que jurou que nunca faria. Largou a bebida, parou de fumar, viu que sexta a noite combinava muito mais com filme, pipoca e cobertor do que com uma noite de balada. Ele passou a acreditar mais na vida, seus problemas diminuíram, ela era a solução pra tudo. Ela deixou a frieza de seu coração por ele. Digo, ele esquentou o coração dela. Eles eram completamente diferentes. Ele curtia Guns N’ Roses e ela Nando Reis. Ela amava compras e ele preferia juntar dinheiro. Ele queria ter dois meninos e ela um casal. Ele queria morar com ela em São Paulo e ela no Rio de Janeiro. Mas o principal os unia: ela precisava de cuidado e ele cuidava dela.”
— FuckingFeel

3 days ago on 26 May 2012 , 3:04pm 4 notes

Ele sempre foi o tipo de menino ingênuo que acreditava em qualquer coisa que o diziam. Estava em um momento difícil, e foi então que ele apareceu. Com seu jeito de bom menino, e suas palavras bonitas, porém vazias. Falava, falava, falava, mas e as atitudes, onde estavam? Ele ainda assim insistiu nos dois, achava que poderia dar certo, mas aos poucos ele foi deixando a máscara cair. Já nem fazia mais questão de falar com ele, foi se o ignorando e se afastando cada vez mais, até sumir totalmente de seus olhos. Ele tentou ser forte, tentou esquecer, mas era tarde, já havia se apaixonado, ai se fodeu, e fim.

3 days ago on 26 May 2012 , 3:00pm 1 note

“Era meu primeiro dia de aula. Eu conhecia uma boa parte das pessoas, mas a maioria era nova. Pra variar, eu cheguei atrasada, então tive que sentar na ultima carteira, da fileira da parede. Sentei, coloquei minha mochila em cima da mesa, e comecei a observar a sala. Ela estava mudada, muito mudada. Então, um garoto me chamou atenção. Ele estava sentado na primeira carteira da minha fileira, e apenas duas pessoas nos separavam, e essas duas pessoas, eram os dois únicos amigos dele ali. Sabe, acho que foi amor a primeira vista. Na aula de matemática, depois o que o professor explicou as atividades, era a minha única chance de fazer amizade. Então, eu me levantei, peguei o caderno e o lápis e fui até a carteira dele.  Fingi que não sabia de nada, e pedi pra que ele me ajudasse, e ele, de boa ação, me ajudou. Só que eu não entendi nada, pois ele tinha falado baixo demais, mas mesmo assim, agradeci, e me sentei. Uma semana depois, nosso professor regente, começou a fazer o espelho de classe. Eu pedi urgentemente, que me tirasse do ultimo lugar e que me colocasse bem na frente do quadro. Como as carteiras eram em duplas, eu sentei em uma e pus minha mochila na outra, enquanto o lugar não tinha dono algum. Porém, meu professor foi mudar o garoto que me chamou atenção de lugar, e eu olhei pro meu professor, e tirei minha mochila, pedindo com os olhos que botasse ele no lugar ao lado, e ele entendeu. Quando o garoto sentou do meu lado, senti uma felicidade enorme, tinha vontade de sorrir, porém, tive que fingir que não tinha acontecido nada. Aguentei minha felicidade até chegar em casa. Quando eu cheguei, me joguei na cama, e abafei meu grito de felicidade com o travesseiro. E assim foi, a cada dia, eu puxava conversa com aquele garoto, e a cada dia, ele fui conhecendo ele mais ainda. Só que tempos depois,  ele me disse de quem ele gostava.  Nossa amizade, já estava bem avançada, e eu entrei em choque. Eu disse que iria ajudar ele com ela, mas no fundo eu não queria. Eu chorava todos os dias pela noite, pensando nos dois. Então eu resolvi ajudar mesmo, e dias depois, ele me disse que não gostava mais dela, porque ele tinha escutado umas coisas, que não lhe agradou. Nossa, pensa na minha felicidade!!! E a cada dia, fomos ficando muito mais que amigos, até que um dia, na aula de educação física, eu o forcei a me falar de quem ele estava gostando. Ele ficou muito envergonhado, estávamos  distantes dos outros, e ele disse, que gostava de mim, então, ele saiu depressa e me deixou ali. Eu não poderia acabar com aquilo, sem dizer que eu também gostava dele, então levantei correndo, puxei-o pela mochila, e falei no seu ouvido: eu também gosto de você. Durante toda a educação física, evitamos contato visual um do outro, e de noite, no MSN, conversamos melhor. Alguns dias depois, nossos amigos já estavam sabendo, e começaram a fazer pressão para que a gente “ficasse” . No começo eu não queria, mas no começo de novembro, não resisti. Estavamos na biblioteca, quando a magia aconteceu. Foi a melhor sensação da minha vida. Hoje, ainda estamos juntos, estamos nos amando, e você não desista de procurar seu amor. Ele vem, da onde você menos espera.”.

3 days ago on 26 May 2012 , 2:39pm
+ via: illusion-life, originally: lavignne
1 week ago on 20 May 2012 , 3:34pm 31,132 notes
+ via: illusion-life, originally: darkflights
1 week ago on 20 May 2012 , 3:31pm 2,099 notes
+ via: first-prince, originally: thomstrack
1 week ago on 20 May 2012 , 3:30pm 104,671 notes

Queria um abraço agora, daqueles que dá falta de ar.

+ via: faze-lo-sentir, originally: h3y-fuck-you
1 week ago on 20 May 2012 , 1:46pm 5,218 notes
+ via: faze-lo-sentir, originally: fuckingfeel
1 week ago on 20 May 2012 , 1:45pm 8,362 notes
- Ele te amou?
- Eu não sei. Só sei que me sentia bem quando estava nos braços dele.
— Beatriz Favato     (via chuva-de-chocolate)
+ via: i-am-smile, originally: beatriz-favato
1 week ago on 20 May 2012 , 1:44pm 6,191 notes
+ via: killmeindreams, originally: d-4-r-k-l-i-f-3
1 week ago on 20 May 2012 , 1:41pm 46,952 notes
+ via: killmeindreams, originally: leave-from-hell
1 week ago on 20 May 2012 , 1:40pm 5,718 notes
Ele é um menino que não pode acompanhar minha louca linha de raciocínio meio poeta, meio neurótica, meio madura, meio isso, meio aquilo!
— Tati Bernardi   (via frasesatormentadas)
+ via: frasesatormentadas, originally: a-q-u-a-r-e-l-a
1 week ago on 20 May 2012 , 1:40pm 1,382 notes
Sou irônica, perco a paciência e o interesse em gente que não entende ironias, afinal, não entender ironias é a coisa mais broxante que existe. Tem gente que não gosta desse meu lado. Na verdade, tem gente que não gosta de nenhum lado meu. E agora eu estou entendendo que não tenho obrigação de ser quem todo mundo espera que eu seja. Já dá trabalho ser eu mesma, imagina ser a pessoa que você quer?
— Clarissa Corrêa   (via frasesatormentadas)
+ via: frasesatormentadas, originally: alcooltecimentos
1 week ago on 20 May 2012 , 1:35pm 497 notes
Por favor, não vai embora. Ninguém nunca ficou comigo por muito tempo antes. Eu só me lembro de coisas boas que aconteceram com a gente. Quando eu olho para você eu estou em casa, eu me sinto em casa. Por favor, eu não quero que vá embora. Eu não quero esquecer.
Procurando Nemo  (via embriagado)
+ via: hatzki, originally: c-a-n-a-r-i-o
1 week ago on 19 May 2012 , 10:05pm 4,331 notes
+ via: anythingtopleaseyou, originally: 06h-06min
1 week ago on 19 May 2012 , 10:05pm 20 notes